FronteiraReprodução/H2FOZ (Foz do Iguaçu)
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Entidade argentina questiona fiscalização conjunta de cargas em Foz

A futura fiscalização unificada entre Brasil e Argentina no Porto Seco de Foz do Iguaçu preocupa entidades de Puerto Iguazú. O setor teme impactos sobre mais de 300 famílias ligadas às operações aduaneiras na cidade argentina.

Por Redação Diário Foz · 25 de julho de 2026 às 13:00
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A partir de 1º de janeiro de 2027, a fiscalização de cargas na nova estrutura do Porto Seco de Foz do Iguaçu deverá ocorrer uma única vez, de forma conjunta entre Brasil e Argentina. A medida busca reduzir a burocracia, acelerar a travessia e aumentar a competitividade do transporte rodoviário.

Atualmente, caminhoneiros passam por procedimentos semelhantes nos dois países. A duplicidade, segundo as informações divulgadas, gera demora adicional e custos para transportadores e contribuintes.

A transferência das operações para o Brasil provocou reação da Câmara de Comércio de Puerto Iguazú. A entidade teme prejuízos para a economia da cidade e apoia melhorias na Zona Primária Aduaneira local, para que as atividades possam continuar na Argentina.

Segundo a Radio Yguazú, o questionamento inicial foi apresentado pelo Centro de Despachantes de Aduana, que reúne profissionais do setor. A entidade afirma que a mudança poderá afetar direta e indiretamente mais de 300 famílias, entre despachantes, agentes de transporte, auxiliares, estivadores e outros trabalhadores.

Nas próximas semanas, a Câmara de Comércio pretende encaminhar cartas ao Ministério da Economia, à Direção Geral de Aduanas e a autoridades provinciais e nacionais para defender sua posição.

Fonte: H2FOZ (Foz do Iguaçu)

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